Dr. Gomes Marques


Súmula da Conferência:
Falar de Teatro de Amadores (e não Teatro Amador), ou seja, dos que por amor fazem teatro, pode remeter-nos para a área da animação sociocultural e/ou para a da divulgação cultural descentralizada. Mas logo nos surge uma questão: não começou o teatro de amadores por ser animação sociocultural, na medida em que —nascido o teatro com quase toda a certeza da festa colectiva das comunidades— todos participam? Tendo o teatro de amadores conhecido um grande desenvolvimento a partir dos anos 70 no nosso país, em termos qualitativos e também quantitativos, recebendo um novo grande impulso com o 25 de Abril, que é feito desse movimento? Como revitalizá-lo? Poderão as Autarquias assumir esse papel? Como?



Curriculum:
Licenciado em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa;
Director Aposentado da Caixa Geral de Depósitos;
Membro fundador da APTA – Associação Portuguesa do Teatro de Amadores, de cuja Direcção foi Presidente;
Representante de Portugal/APTA nos Congressos Mundiais da AITA/IATA – Associação Internacional do Teatro de Amadores, realizados na Bulgária e no Mónaco; Autor de «Viagem pela Turquia» e de muitos outros textos publicados, nomeadamente, no blogue «aviagemdosargonautas.net».
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